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PROJETOS ATUAIS DE PESQUISA

Habilidades sociais, habilidades sociais educativas parentais e problemas de comportamento: Um estudo de caracterização

Coordenadora: Alessandra Turini Bolsoni-Silva  
Alunos envolvidos: Graduação (4);
Financiador(es): FAPESP, PIBIC- CNPq.
RESUMO. Muitos estudos apontam que problemas de comportamento e habilidades sociais educativas parentais são variáveis que estão diretamente relacionadas. O manejo inefetivo dos pais pode levar a sérios problemas de comportamento, promovendo falhas no desenvolvimento de comportamentos sociais positivos e comunicativos da criança. Famílias que estimulam comportamentos socialmente habilidosos por meio de disciplina consistente, interação positiva e supervisão das atividades das crianças, parecem favorecer o desenvolvimento social e cognitivo de seus filhos. Assim, intervir no relacionamento dos pais parece ser uma saída para minimizar indicativos de problemas de comportamento, de forma a garantir a promoção de habilidades necessárias para lidar com as dificuldades de seus filhos. Para uma efetiva intervenção é recomendado caracterizar as demandas das pessoas que procuram por atendimento, seja através da caracterização do repertório de pais e de mães, seja através da caracterização das dificuldades e/ou habilidades das crianças e/ou adolescentes, a fim de permitir a elaboração de estratégias mais condizentes com a população atendida. O objetivo central desse projeto de pesquisa é o de caracterizar: a) as habilidades sociais educativas parentais e gerais de um grupo de pais e de mães que buscaram atendimento psicológico, nos anos de 2004 a 2006, em um Centro de Psicologia Aplicada (CPA) de uma universidade pública do estado de São Paulo para melhorar a relação estabelecida com seus filhos e reduzir problemas de comportamentos, tais como desobediência e agressividade; b) indicativos de problemas de comportamento dos filhos dessas famílias que procuraram pelo atendimento. Para a caracterização da clientela serão analisados os dados previamente obtidos através de entrevistas, de inventários e de escalas contidos no processo de intervenção: Roteiro de Entrevista de Habilidades Sociais Educativas Parentais (RE-HSE-P), IHS-Del Prette, Escala de Assertividade Rathus e CBCL.

 

Dificuldades e habilidades sociais de universitários: Um estudo de caracterização e de intervenção.

Alessandra Turini Bolsoni-Silva (Responsável)
Financiador(es): Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado de São Paulo-FAPESP.
RESUMO: Muitos estudos apontam que o sucesso acadêmico está diretamente relacionado com a aquisição das habilidades sociais. O Treinamento das Habilidades Sociais (THS) é importante na medida em que facilita o acesso aos reforçadores a partir da promoção de habilidades sociais como: falar em publico, lidar com críticas, estabelecer relacionamento amoroso, apresentar-se a outra pessoa, participar de conversação, discordar do grupo. A aquisição dessas habilidades contribui para relações satisfatórias e para a saúde mental dos indivíduos. Dessa forma, a intervenção nos relacionamentos interpessoais de estudantes universitários parece ser uma alternativa para minimizar déficits a partir da promoção nas habilidades sociais. No entanto, para uma intervenção precisa é recomendado caracterizar as demandas das pessoas que procuraram atendimento através da caracterização das habilidades e/ou dificuldades dos estudantes que estão inseridos no contexto universitário, a fim de uma elaboração de estratégias mais condizente com a população atendida. O objetivo central desse projeto de pesquisa é o de caraterizar as queixas de estudantes universitários que buscaram atendimento nos anos de 2004 a 2007 em um Centro de Psicologia Aplicada (CPA) de uma universidade pública do Estado de São Paulo. As dificuldades são relacionadas ao desenvolvimento interpessoal no ambiente universitário. Para a caracterização da clientela serão analisados os dados previamente obtidos através de entrevistas e inventários. Paralelamente estão sendo desenvolvidos e testados procedimentos de avaliação e de intervenção junto a esta clientela.
Palavras chave: habilidades sociais, universitários, relacionamento interpessoal, avaliação, intervenção.

 

Estudos de validação e confiabilidade do Roteiro de Entrevista de Habilidades Sociais Educativas Parentais (RE-HSE-P).

Alessandra Turini Bolsoni-Silva (Responsável);
Sonia Regina Loureiro (Participante).
RESUMO: Os problemas de comportamento de crianças e adolescentes constituem um dos motivos mais freqüentes de busca por atendimento psicológico por parte de pais, mães e cuidadores. Nesse contexto o estudo das habilidades sociais educativas parentais se reveste de importância por promoverem o desenvolvimento e a aprendizagem dos filhos nas situações de interação. O campo teórico-prático do Treinamento de Habilidades Sociais e o referencial da Análise do Comportamento podem fundamentar tais estudos. Para tanto, fazem necessários instrumentos que possam auxiliar nos processos de diagnóstico, entendido como a descrição funcional do caso, bem como em medidas que auxiliem a mensurar a efetividade de procedimentos de intervenção que visem aumentar habilidades sociais educativas parentais e reduzir problemas de comportamento de filhos. Na literatura há uma carência de pesquisas acerca da avaliação de propriedades psicométricas de instrumentos desta natureza. Objetiva-se testar as propriedades psicométricas de validade e confiabilidade de um instrumento de avaliação de HSE-P (Roteiro de Entrevista de Habilidades Sociais Educativas Parentais – RE-HSE-P) construído dentro do referencial da Análise do Comportamento e do THS, considerando na sua estrutura respostas (HSE-P), antecedentes e conseqüentes. Tal instrumento é um produto sistematicamente avaliado em estudos prévios (mestrado e doutorado), ampliado e adaptado com base nas limitações observadas nesses estudos, de forma a agilizar a coleta e análise de dados. Proceder-se-à a avaliação da confiabilidade teste-reteste, tendo como amostra 44 participantes avaliados em dois momentos, com um intervalo de dois meses ,e ainda ao cálculo do alfa de Cronbach. E para os estudos de validade de constructo serão avaliados 197 pais/mães/cuidadores de pré - escolares diferenciados em sub-amostras a saber: que participaram de grupos de intervenção; que desistiram do atendimentoem grupos de orientação; que tem como condição a separação conjugal, e com filhos surdos. Para a validade discriminante considerar-se-à a comparação de sub grupos com e sem dificuldade de comportamento identificados pelo Child Behavior Checklist (CBCL).

 

PROJETOS CONCLUÍDOS

Bolsoni-Silva, A. T. ( 2005 - 2007). Avaliação de intervenção em grupo para pais e mães que possuem filhos pré escolares com problemas de comportamento externalizantes. Apoio da Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado de São Paulo-FAPESP. 
RESUMO: Diversos estudos têm apontado para relações existentes entre o relacionamento pais-filhos e o problemas externalizantes. Encontrou-se, em estudo prévio (Bolsoni-Silva, 2003), que algumas habilidades sociais educativas parentais (HSE-P) podiam prevenir o surgimento de problemas de comportamento em pré-escolares, que foram denominadas de Comunicação, Expressividade e de Estabelecimento de limites e consistência. Diante destes achados buscou-se testar a hipótese de que ao promover tais habilidades sociais em pais e/ou cuidadores e/ou com casais, poderia-se reduzir ou até menos eliminar problemas de comportamento, pois acredita-se que quando os familiares passam a interagir mais positivamente e afetivamente com seus filhos, portanto, de forma socialmente habilidosa, além de estabelecerem os limites necessários, estes deverão reduzir a emissão de problemas de comportamento e aumentar as habilidades sociais próprias e de suas crianças. Desta forma, a presente pesquisa teve por objetivo descrever efeitos de procedimentos de intervenção que visaram melhorar as interações estabelecidas entre pais e filhos e conjugais, no que tange às habilidades acima mencionadas, de forma a tentar reduzir problemas externalizantes em crianças pré-escolares. Participaram do estudo 13 mães e 2 avós cuidadoras de pré-escolares (idade variou de 4 a 6 anos), com a média de 4 participantes por grupo. Para a avaliação dos procedimentos de intervenção foi utilizado um delineamento que incluiu o participante como seu próprio controle (comparações entre avaliações controle, pré e pós intervenção) com a utilização de diversos instrumentos.

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Data inicial: 01/03/2009

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